Comportamento

“Eu Amo quem me Odeia”:Últimas palavras no corredor da morte

Já mostramos aqui no Fala Fil qual foi a última refeição de alguns dos assassinos mais temidos dos Estados Unidos e agora é hora de saber o que eles falaram antes de morrer.

O Departamento de Justiça Criminal do Texas publicou recentemente uma lista com centenas de declarações de detentos condenados à morte e que tiveram a sentença executada entre 2012 e 2013.

Elroy Chester  (foto) – Estuprou duas adolescentes e matou três pessoas em 1998.

Últimas palavras: “Eu simplesmente quero dizer que não quero que vocês tenham ódio no coração contra mim porque eu tirei de vocês uma pessoa que amavam. Deus vê tudo. Não me odeiem. Se me odiarem, terão que lidar com Ele mais tarde. Vivam a vida de vocês, mas não me odeiem. Elroy Chester não era um homem ruim, eu me conheço”.

Caroll Parr – Matou um homem por que ele não tinha “dinheiro suficiente” ao ser assaltado em 2003.

Últimas palavras: “Para todos os meus parceiros, diga a eles que, como Arnold Schwarzenegger, eu voltarei. Estes olhos fecharão, mas eles vão se abrir novamente”.

Ronnie Thredgill – Executou um jovem de 17 anos com um tiro na cabeça em 2001.

Últimas palavras: “Para as pessoas que amo, estou indo para um lugar melhor. Para todos os caras no corredor da morte, mantenham a cabeça erguida e continuem a luta. Estou pronto”.

Jeffrey Williams – Após furtar um carro ele matou o policial que o parou na estrada.

Últimas palavras: “Polícia palhaça. Vocês vão parar de matar garotos, de assassinar garotos. Quando eu mato um, vocês querem me matar. Deus tem um plano para tudo. Vocês me ouvem? Eu amo quem me odeia”.

Donnie Lee Roberts – Matou a namorada depois que ela se recusou a lhe dar dinheiro.

Últimas palavras: “Deus sabe que eu não quis fazer o que fiz. Eu amava a sua filha. Espero que Deus me permita que eu possa me desculpar com ela no Paraíso. Sinto muito”.

Bobby Lee Hines – Matou uma mulher com golpes de picador de gelo.

Últimas palavras: “Para a família da vítima, eu sei que tomei uma pessoa especial de vocês. Sei que não foi certo, foi errado. Queria devolvê-la, mas não posso. Se dar a minha vida em troca conserta isso, que assim seja. Eu sei que Deus me perdoou pelo que fiz. Não acredito que tomar a minha vida vai resolver alguma coisa. Acredito que me encarcerar pelo resto da vida seria uma punição maior. Fazer isso me deixa livre”.

Jonathan Green  (foto) -  Raptou, abusou e matou uma menina de 12 anos, enterrou o corpo no jardim de sua casa, depois, desenterrou e colocou o corpo atrás de uma cadeira na sala da casa.

Últimas palavras: “Sou um homem inocente. Não matei ninguém. Vocês vão matar um homem inocente. Meu braço esquerdo está me matando. Dói demais”.